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segunda-feira, 21 de março de 2011

Você sabia que simples gestos fazem muita diferença?

No dia 22 de março será comemorado o dia mundial da água, mas infelizmente não temos muito o que comemorar. Grande parte da população ainda não se importa em cuidar deste elemento tão essencial para nossas vidas.

Fechar a torneira enquanto se escova os dentes é um exemplo! Este ato pode contribuir e muito com a preservação ambiental no mundo!

Parece exagero, mas não é.


Uma torneira libera 0,23 litros de água por segundo, ou seja, se uma pessoa deixa a torneira aberta por 2 minutos para escovar os dentes serão desperdiçados 27.6 litros em cada escovação.

Os dentistas recomendam no mínimo 3 escovações diárias totalizando 82.8 litros por dia ou 2484 litros jogados fora em apenas um mês! Esse exemplo da torneira é apenas um entre vários absurdos que ocorrem no nosso dia a dia.

A água que já é tão escassa ainda não tem seu verdadeiro valor reconhecido.

Nós que somos considerados seres “racionais” jogamos diariamente toneladas de rejeitos em nossos rios e lagos, ou seja, sujamos a água que usamos para beber! Que inteligência é essa?
Várias doenças são causadas pelas águas contaminadas e a falta de tratamento e saneamento básico é um dos maiores motivos de morte entre crianças e idosos.

O sinal amarelo já está aceso para a maior parte do mundo e se não forem tomadas medidas eficazes de preservação e utilização dos recursos hídricos o cenário futuro não será nada animador.



Vamos mudar os maus hábitos e pensar no planeta do futuro que deixaremos para nossos filhos e netos? Com mais respeito à natureza e consciência na hora de utilizar os recursos hídricos.

Lavemos menos nossos carros e usemos mais a vassoura para manter a calçada limpa! E não esqueçamos do banho, hein!

Nada de demora!




Contribua você também, só assim viveremos tranquilos.

O planeta agradece! E nossos filhos também!



sexta-feira, 4 de março de 2011

Design Ecologicamente Correto

Yan Lu é um designer de produtos chinês, que reside em Londres, que projeta objetos que aliam tecnologia, bem estar e sustentabilidade. 

Projetos com caixas de papelão



Pia ecológica: não mate o peixinho.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Madeira plástica

Por maior que seja a consciência ecológica de uma pessoa, ela necessitará e utilizará alguns artigos que são originados da derrubada de árvores. Isto é inevitável. Mas esta prática pode ser amenizada se forem adotadas algumas mudanças de comportamento, como a utilização de materiais feitos a partir de madeira de reflorestamento.

Outra ótima opção é a utilização da chamada “madeira plástica”, feita através da aglomeração de material plástico reciclado.



Este tipo de madeira é bem recente e seu desenvolvimento tem menos de 30 anos. Suas qualidades físicas proporcionam resistência e durabilidade, além de ser imune a pragas e fungos.



A utilização da madeira plástica é praticamente igual a da madeira “convencional”, podendo ser pregada, parafusada ou colada. Outra vantagem é que ela não produz farpas e nem pó.



O benefício ecológico é que a cada 700 quilos de plásticos utilizados para a fabricação da madeira sintética, uma árvore é poupada, lembrando que este plástico seria descartado na natureza.



Lembre-se: Quando precisar de madeira, veja se existe a possibilidade da utilização da madeira biossintética.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Fraldas de pano: o retorno?

Algumas mamães, preocupadas com a quantidade de fraldas descartáveis utilizadas por seus bebês, estão voltando a utilizar as famosas fraldas de pano. Parece algo impossível para as mamães modernas, não é? Principalmente porque, quando pensamos em fraldas de pano, o que nos vem a mente são aqueles pedaços de pano branco, difíceis de colocar e que, por não terem absorção, vazam e ainda deixam assaduras no bebê.  

No entanto, as fraldas de pano também de modernizaram e estão sendo chamadas de fraldas ecológicas. Elas ganharam um novo design e já vem no formato certinho, com pequenos botões, absorvente interno e estampas bem simpáticas.  Além da economia, pois as fraldas de pano duram muito, o meio ambiente também agradece. Estima-se que uma criança utilize cerca de 5000 fraldas descartáveis até os 2 anos de idade. E o tempo de decomposição das mesmas gira em torno de 450 anos!

Mas deve-se pensar na quantidade de água e produtos químicos utilizados em suas lavagens. O ideal é utilizar a própria água do banho de bebê para deixá-las de molho. Para mamães de primeira viagem ou para aquelas que nem se imaginam lavando uma fralda de pano, o ideal é começar com uma ou duas unidades, intercalando com as fraldas descartáveis.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Reciclagem de óleo de cozinha

O óleo de cozinha usado é um dos grandes problemas ambientais da atualidade e sua destinação é quase sempre o ralo da pia. Os prejuízos decorrentes desta prática são enormes, podendo ser citados a contaminação das águas e a emissão de gás metano que contribui para o aumento do efeito estufa. O gás metano é gerado em reações químicas entre o óleo e a água do mar.


Algumas ações para minimizar este problema já estão implantadas como serviços de coleta, mas são poucos e a demanda é muito grande. Outro problema é a falta de cooperação da população, que prefere o comodismo sem se preocupar com as conseqüências.

Uma boa opção de aproveitamento deste óleo é a produção de sabão caseiro que une eficiência, economia e preservação.



Através do processo de saponificação a gordura torna-se biodegradável após a sua utilização, ou seja, ela é decomposta por bactérias e não oferece nenhum risco de poluição.

Eu descobri no meu bairro uma senhora que faz sabão caseiro e agora levo para ela todo o óleo que utilizo. Em troca recebo, de vez em quando, algumas barras do sabão e posso garantir que ele é muito bom.



Procure também alguém que produza sabão caseiro. Vale a pena.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Moda ecológica


Ser ecologicamente correto agora virou moda, mas moda no verdadeiro sentido da palavra.

Já podem ser encontrados no mercado, roupas e sapatos fabricados a partir de conceitos que tem como foco a preservação do meio ambiente.


Na confecção das roupas “verdes”são utilizadas fibras de materiais reciclados e algodão orgânico, enquanto que para os sapatos são aproveitadas as sacolinhas plásticas.


Até o acabamento das peças é feito com materiais ecológicos, como linhas e adereços. A durabilidade destes produtos é a mesma dos convencionais e o melhor, o preço também.

Para se considerar o algodão como orgânico devem ser obedecidas as seguintes regras:

-Terreno de plantio sem utilização de agrotóxico;

-Não pode ser de área desmatada;

-Não pode envolver mão de obra infantil;

-Não pode envolver trabalho escravo ou exploratório;

-Não pode exigir muito consumo de combustível;

-Tingimento das peças é feito com pigmentos naturais.


Acho muito legal estas condicionantes, pois abrangem além das questões ambientais, as sociais.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Ecodesign

O princípio da sustentabilidade se baseia na atual utilização dos recursos naturais garantindo a sua disponibilidade para as gerações futuras.
Seguindo este princípio surgiu o termo Ecodesign, que tem como principal objetivo a criação de produtos que utilizem materiais ecológicos, sejam produzidos com pouca energia, que tenham alta qualidade e alta reciclagem. Este termo foi criado na década de 1970, mas ganhou força nos últimos anos, junto com o crescimento da preocupação ambiental.



As empresas que adotaram esta linha de pensamento estão conseguindo bons resultados, já que a demanda por estes produtos vem crescendo a cada dia. O valor ambiental agregado se torna fator importante na hora da escolha dos consumidores finais.
O Ecodesign está presente em vários produtos que vão desde uma caixinha de leite até a construção de uma casa e seu mobiliário.



Um bom exemplo de Ecodesign são as barracas de papelão criadas por uma fábrica de brinquedos do Rio Grande do Sul.



Muito legal!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Para pensar....

Quando se fala em férias, logo lembramos de praia, mar e sol. Nada melhor do que um período de descanso para relaxar.


Segundo a Agenda 21, o meio ambiente marinho caracterizado pelos oceanos, mares e os complexos das zonas costeiras formam um todo integrado que é componente essencial do sistema que possibilita a existência da vida sobre a Terra, além de ser uma riqueza que oferece possibilidade para um desenvolvimento sustentável.

Mas será que estamos cuidando dos nossos mares e das nossas praias?

Um estudo feito pela Academia Nacional de Ciências dos EUA estima que 14 bilhões de quilos de lixo são jogados (sem querer ou intencionalmente) nos oceanos todos os anos. Este tipo de comportamento traz conseqüências terríveis e que, na maioria das vezes, não tomamos conhecimento.


A maior parte do lixo jogado no oceano tende a se concentrar nas regiões costeiras que são mais sensíveis e vulneráveis. O habitat nestas regiões é muito frágil e não suporta poluição. Para se ter uma idéia, aí vai uma pequena mostra da ação humana nos mares.
Que tal um passeio em família?



Para quem sonha em ter uma cintura fina.



Vai um peixinho frito aí?



Quem jogou a sacolinha?



Outra vítima de contaminação alimentar.



Tem alguma coisa errada.



Pense...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Qualidade das águas

Uma pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica, divulgada no último dia 7, revela que dezenas de rios e lagos de 15 estados brasileiros e Distrito Federal estão com a qualidade de suas águas em situação precária.
Nenhum dos rios e lagos analisados tiveram a qualidade de suas águas enquadradas como boas ou ótimas. 68% são considerados regulares, 28% ruins e 4% péssimos.
Lindo por fora, horrível por dentro, o lago da Quinta da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro é um dos mais poluídos do Brasil.



Alguns rios que cortam capitais também sofrem com a poluição e foram classificados como ruins. Dentre eles estão o rio Arrudas em Belo Horizonte, Tietê em São Paulo, Meia Ponte em Goiânia, Maranguapinho em Fortaleza e Santa Maria em Vitória.



Na pesquisa ficou constatado que a maior fonte de poluição dos rios e lagos brasileiros é o lançamento de esgoto sem tratamento e lixo.



Com estes resultados fica claro a necessidade de investimentos em saneamento, principalmente na construção interceptores e estações de tratamento de esgoto.



Algumas pessoas podem falar que o investimento é muito alto, mas isto teria influência direta na qualidade de vida das populações envolvidas e na redução dos gastos com saúde. Este tipo de investimento vale a pena.
Projetos de educação ambiental também são necessários para que se diminua a quantidade de lixo dispensado nos cursos d’água. Quem sabe no futuro possamos acabar de vez, com esta prática.

O fim das incandescentes

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União no último dia 06, regulamenta a substituição das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. Esta substituição deve ser feita gradativamente a partir de junho de 2012 até junho de 2016.



Esta decisão foi tomada entre os ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio após negociações com vários setores da sociedade, consulta pública e audiência pública.
Estima-se que esta medida trará uma economia de energia duas vezes maior do que a alcançada pelo programa Procel, utilizado em aparelhos eletrodomésticos. Esta economia ajudará a aliviar o nosso sistema de abastecimento de energia elétrica que atualmente está sobrecarregado e necessitando de ampliação.



Só escaparão da substituição as lâmpadas incandescentes de potência igual ou menor que 40 watts e aquelas cuja utilização tenha finalidades específicas, por exemplo, em estufas.
Atualmente as lâmpadas incandescentes são responsáveis por 80% da iluminação residencial no Brasil. Isto se deve ao fato delas serem 8 vezes mais baratas, mas a grande desvantagem e que gastam 5 vezes mais energia.
Ambientalmente falando, esta decisão é excelente, mas deve-se olhar o impacto social desta medida. Afinal, quem ganha salário mínimo não terá condições de comprar lâmpadas muito caras.




Se as lâmpadas fluorescentes compactas não abaixarem de preço, o governo terá de lançar o “Bolsa Lâmpada”.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Moda Ilustrada: Ecobags ou sacolas ecologicamente corretas

E já que as sacolinhas de plástico estão proibidas aqui em BH, que tal  utilizar as Ecobags?

Envirosax
Práticas, reutilizáveis e muito charmosas, as sacolas de pano vem conquistando muitos adeptos, com modelos diversificados para todos gostos e bolsos.

 A onda das Ecobags começou em 2007 quando a designer inglesa Anya Hindmarch projetou um modelo com a seguinte frase: "I'm not a plastic bag" que rapidamente se transformou em um ícone fashion. Desde então, várias griffes Isabela Capeto e Yves Saint Laurent já desenvolveram seus próprios modelos.

Em 2009, a crítica de moda Lilian Pacce lançou o livro  “Ecobags – Moda e Meio Ambiente”, onde reuniu 120 ecobags criadas por grandes marcas brasileiras como Alexandre Herchcovith, Carlos Miele e Rosa Chá, que fizeram parte da exposição organizada por ela em 2007, no Porão das Artes, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Uma tentativa de difundir a moda ecologicamente correta, além de incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de novos materiais.
  
Bolsas ecológicas criadas por Alexandre Herchcovitch

Marcelo Sommer
O maior problema é que muitas pessoas já possuem a Ecobag, mas ainda não incorporaram o hábito à sua rotina. Como elas são fáceis de dobrar e ocupam pouco espaço, o ideal é deixar sempre uma delas na bolsa ou no porta luvas do carro, para que estejam ao alcance em caso de necessidade.

E para os mais habilidosos, aqui estão 2 tutoriais para fazer sua própria Ecobag.  - De plástico   - De Tecido

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

2011, Ano Internacional das Florestas

A Organização das Nações Unidas (ONU) , declarou o ano de 2011 como o Ano Internacional das Florestas.
O objetivo é conscientizar a população mundial sobre a importância da preservação dos recursos florestais para que haja condições de uma vida sustentável e garantia de recursos para gerações futuras.



As florestas cobrem 31% da área terrestre e abrigam cerca de 80% da biodiversidade existente.


O adeus à sacola plástica poluidora



A partir de 28 de fevereiro fica proibido o uso de sacolas de plástico na capital mineira. É que entra em vigor a Lei 9.529/08 sancionada em 2008 pelo prefeito na época, Fernando Pimentel, que proíbe o uso das embalagens que não sejam produzidas de material reciclável ou biodegradável. As redes de supermercado e outros estabelecimentos comerciais terão que oferecer alternativas aos consumidores. 

Quem já tem sua ecobag pode continuar usando sem culpa.


Ambientalistas alertam que a sacola de plástico é uma das maiores vilãs do meio ambiente, pois demora cerca de 400 anos para se decompor.

A norma é originária de um projeto de lei do vereador Arnaldo Godoy (PT). O estabelecimento que não cumprir pode ser multado em mil reais.

Os estados do Espírito Santo, Maranhão, Goiás, Paraná e Distrito Federal já têm leis semelhantes que também estabelecem a substituição das sacolas plásticas.

O site http://www.sacolinhasplasticas.com.br/ tem dicas e sugestões de como reutilizar as novas ecobags.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Créditos de carbono



Em 1999, no Japão, vários países assinaram um termo de compromisso para redução da emissão de gases que favorecem o tão falado “efeito estufa”. Este documento ficou mundialmente conhecido como protocolo de Kyoto.




Alguns países nem sequer assinaram o protocolo, dentre eles os Estados Unidos, alegando que isto afetaria profundamente sua economia.




Para minimizar este impacto na economia mundial, foram criados os créditos de carbono.




A idéia é simples: O país que polui menos ganha créditos que podem ser vendidos para aqueles que poluem mais. No final das contas todos atingem suas metas de redução de emissão de gases.